O que são competências comportamentais? Quais as principais?

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O que é preciso destacar em um currículo? Conhecimentos adicionais? Experiências profissionais? Formação acadêmica? Tudo isso é necessário, mas hoje o mercado está em busca de algo que vai além desses requisitos. As corporações procuram por algumas competências comportamentais. Você já ouviu falar delas?

Para alcançar o tão sonhado sucesso profissional, os profissionais precisam apresentar determinadas características ou um perfil ideal, o que ficou conhecido como competência comportamental. Nesse caso, ela pode ser adquirida ou aperfeiçoada em ações de autodesenvolvimento e aprimoramento.

Neste post, vamos apresentar as principais competências comportamentais que o mercado exige. Confira!

O que são competências comportamentais?

As competências comportamentais, também chamadas de soft skills, são atitudes, conhecimentos, habilidades e aspectos de personalidade que tornam um indivíduo diferenciado para uma determinada função.

Nesse sentido, elas são desenvolvidas e adquiridas ao longo dos anos a partir de acertos e erros, o que influencia a maneira como a pessoa reage a várias situações corriqueiras. Assim, candidatos ou profissionais com essas características conseguem se destacar e atrair os olhares dos recrutadores.

De modo geral, as competências comportamentais, que envolvem os hábitos e as atitudes adotadas pelos colaboradores fora e dentro do ambiente de trabalho, contribuem para uma melhor desenvoltura na relação com o time ao ser entrevistado no processo seletivo, ao lidar com clientes etc.

Mesmo que não seja um pré-requisito em algumas corporações, elas são cada vez mais importantes e um diferencial do seu trabalho em relação ao de outros funcionários.

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Quais são as principais competências comportamentais?

Abaixo, você vai conhecer as competências comportamentais mais valorizadas. Veja!

Liderança

Cada um tem um perfil profissional diferente, mas quem se destaca pelo famoso espírito de liderança consegue alçar voos maiores e conquistar um bom cargo. Para se tornar um líder, você não precisa estar em uma posição de gestão ou direção.

Todos os colaboradores podem ir além nas suas funções e demonstrar uma liderança entre a equipe. Essa é uma habilidade muito valorizada, principalmente porque as empresas querem mais do que um funcionário que só recebe ordens e fica sentado.

A liderança inspira os demais, respeita ideias divergentes, propõe soluções viáveis e abraça os objetivos, incentivando os colaboradores a seguirem juntos rumo ao resultado esperado.

Comunicação

Os profissionais podem ser muito bons no que fazem, mas, caso não saibam se comunicar direito, poderão deixar de lado o seu potencial para trocar argumentos e ideias. É rara uma carreira que não depende de relações interpessoais, por isso, saber se expressar é essencial.

Aqui, não se trata somente de uma boa oratória com simpatia, ok? Também é importante ter a capacidade de ouvir, entender o momento certo de se calar e falar, evitar vícios de linguagem e escrever corretamente.

Ainda é possível mencionar a linguagem não verbal, que abrange o olhar confiante, a boa postura e outras características que fazem toda a diferença durante a comunicação. Lembre-se de que os recrutadores vão conseguir observar essa qualidade no processo de seleção.

Criatividade

Por mais que o modelo da organização seja mais tradicional, é importante reconhecer que as grandes oportunidades de trabalho surgem para aqueles que, em vez de fazer mais do mesmo, propõem soluções inovadoras e que possam preencher lacunas que ainda não foram ocupadas para aumentar o diferencial competitivo da empresa.

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Isso porque muitas pessoas costumam concorrer a uma mesma vaga de emprego, e quem entra precisa ser capaz de mostrar todo o seu diferencial e valor para que essas qualidades possam agregar à corporação a partir do desenvolvimento de novos serviços, produtos ou ideias.

Inteligência emocional

A inteligência emocional é uma competência comportamental importante e que possibilita que os profissionais entendam seus sentimentos e saibam transformá-los em combustível para seu desenvolvimento e crescimento.

Perceber, por exemplo, um aumento de tensão por conta de uma mudança possibilita identificar sintomas de uma síndrome de Burnout, transformar as emoções ruins em um mecanismo motivacional e buscar modos de eliminar seu estresse.

Essa competência é muito valorizada no mercado porque o profissional mais autossuficiente é aquele que mantém sua performance satisfatória por um tempo maior.

Adaptabilidade

O mundo dos negócios e a sociedade estão mudando de maneira constante. Mudanças na hierarquia, inovações tecnológicas, surgimento de oportunidades, crises econômicas — é quase impossível impedir essas transformações.

Portanto, as corporações esperam contar com um profissional que consiga se ajustar a essas situações, mobilizando suas experiências e conhecimentos para aproveitá-las de modo produtivo, buscando uma nova solução para os imprevistos que surgem.

Flexibilidade

A flexibilidade no ambiente de trabalho nunca foi tão necessária, com tanta gente precisando se adaptar ao cenário pós-pandemia. Acontece que essa já era uma das competências comportamentais mais buscadas nos últimos anos pelo mercado.

Isso porque os profissionais flexíveis conseguem estar abertos a novas ideias e mudanças, algo que acontece com uma frequência maior no contexto da transformação digital da sociedade e das corporações. Essa adaptação é importante para que eles saibam se reinventar e acompanhar a evolução dos processos.

Como desenvolver essas competências?

Viu só como as competências comportamentais são essenciais e servem para o seu crescimento no trabalho? Para alcançar esses objetivos, é muito importante trabalhar o autoconhecimento para que você possa descobrir os seus principais pontos fracos e fortes.

Além disso, lembre-se de participar de eventos e palestras, desenvolver o networking e investir em fontes de conhecimento.

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Como descrevê-las no currículo?

Embora não sejam obrigatórias no currículo, as competências comportamentais são muito importantes no documento atual. Afinal, é possível apresentar algumas habilidades fundamentais de modo resumido e que salta aos olhos dos recrutadores.

Para isso, é importante saber como descrevê-las no currículo. Algumas dicas são:

  • edite o seu currículo para criar uma versão mais adequada à sua candidatura;
  • leia com atenção a descrição da vaga ou pesquise sobre o que é desejável no profissional que vai exercer aquela função;
  • evite colocar habilidades no currículo de maneira genérica. O recomendado é focar em seus diferenciais e nas competências comportamentais mais relevantes.

Agora é com você!

Agora que já sabe o que são competências comportamentais, saiba que elas são muito valorizadas pelo mercado de trabalho. Portanto, invista em uma instituição de ensino que valoriza e incentiva a adoção dessas habilidades, como a Unopar!

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